TEXTO ÁUREO
“E abençoarei os que te
abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas
as famílias da terra.”
(Gn 12.3)
VERDADE PRÁTICA
Ainda que a queda espiritual
tenha ocorrido com Israel, há uma gloriosa promessa ao remanescente fiel.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 15.6
Abraão creu e foi abençoado
pelo Senhor
Terça - Gl 4.25-31
Isaque, o filho da promessa no
Antigo Testamento
Quarta - Gn 29.32-35
Jacó, o pai das 12 tribos de
Israel que dariam origem à nação
Quinta - Mt 1.23; Is 7.14
O Senhor Jesus, o Emanuel, o
"Deus conosco"
Sexta - Mt 1.22-24
O nascimento de Jesus como
cumprimento de uma promessa
Sábado - Rm 9.3-5
Cristo, a promessa cumprida do
Antigo Testamento
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 12.1-3; Romanos 9.1-5
Gênesis 12
1 - Ora, o Senhor disse a
Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a
terra que eu te mostra-rei.
2 - E far-te-ei uma grande
nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.
3 - E abençoarei os que te
abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas
as famílias da terra.
Romanos 9
1 - Em Cristo digo a verdade,
não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo):
2 - tenho grande tristeza e
contínua dor no meu coração.
3 - Porque eu mesmo poderia
desejar ser separado de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes
segundo a carne;
4 - que são israelitas, dos
quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e
as promessas;
5 - dos quais são os pais, e
dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito
eternamente. Amém!
HINOS SUGERIDOS: 380, 390, 463
da Harpa Cristã
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
Amigo(a) professor(a), nesta
lição, estudaremos sobre as promessas de Deus acerca da nação de Israel. O
plano divino para tornar a descendência de Abrão uma grande nação tinha como
propósito que Israel cumprisse o seu papel de nação sacerdotal, povo escolhido
e separado para testemunhar as virtudes do Reino de Deus entre as demais
nações. Para compreendermos melhor o desenvolvimento desse propósito,
precisamos analisar alguns aspectos da promessa feita a Abrão; considerar quais
outras promessas estão inclusas no chamamento do patriarca; e identificar qual
a compreensão bíblica da promessa de salvação para a nação de Israel na
atualidade.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I)
Detalhar a promessa divina a Abrão acerca de tornar a sua descendência uma
nação sacerdotal que testemunharia os feitos de Deus entre as nações; II)
Elencar as promessas de Deus a respeito de Israel para o seu desenvolvimento como
nação; III) Destacar a posição de Israel no tocante à salvação e a promessa
quanto ao seu futuro espiritual.
B) Motivação: As promessas
feitas a Abrão eram acompanhadas de propósitos divinos específicos. Dentre
estes propósitos, está a implementação o estabelecimento do Reino de Deus de
maneira plena na Terra, algo que acontecerá no Reino Milenial, em que o Nosso
Senhor Jesus reinará sobre toda a Terra. Finalmente, os servos leais e
obedientes à Palavra de Deus serão reis e sacerdotes nesse novo tempo. Aproveite
para conversar com seus alunos sobre o testemunho cristão neste tempo presente.
Faça a seguinte pergunta: como estamos cumprindo os desígnios de Deus enquanto
a Igreja de Cristo está neste mundo?
C) Sugestão de Método: O
primeiro tópico desta lição descreve a promessa feita a Abrão no tocante à sua
descendência se tornar uma grande nação. Nesse compromisso, Deus prometeu
abençoar os que abençoassem a Israel e amaldiçoar os que o amaldiçoassem.
Partindo desse princípio, peça aos seus alunos que enumerem as ocasiões,
registradas na Bíblia, em que essa promessa se cumpriu. Ao final, pergunte à
classe: podemos afirmar que Deus tem o mesmo tratamento a respeito dos crentes
atualmente? Permita um momento para que os alunos expressem suas opiniões.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: As promessas de
Deus para a nação de Israel revelam os propósitos divinos para o seu povo no
passado. De modo semelhante, as promessas que Deus nos faz apontam que Ele tem
propósitos especiais para cada etapa da nossa vida. Se quisermos ver as
promessas de Deus se cumprirem, assim como foi com os servos de Deus na
antiguidade, precisamos assumir uma posição de fé e obediência constantes e não
perdermos de vista a perspectiva quanto ao chamado divino (Veja 2 Pedro 1.3-11).
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão.
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e
subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 99, p. 37, você
encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final
do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua
aula: 1) O texto "PROMESSA", localizado depois do primeiro tópico,
destaca o cumprimento das promessas divinas registradas no Antigo Testamento;
2) O texto "OS FILHOS DE DEUS PELA FÉ (Gl 3.24-4.7)", localizado após
o segundo tópico, aborda a questão da descência espiritual dos cristãos em
Abraão, o patriarca do povo judeu.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
As promessas divinas para
Israel foram proferidas há de mais de 4.000 anos antes do advento do Senhor
Jesus. Tudo começou quando Deus chamou Abrão e fez-lhe promessas a respeito do
divino propósito de formar uma grande nação. Nessa chamada, está implícita as
promessas para Israel como nação ímpar dentre todos os povos da terra, a fim
de, uma forma especial, cumprir os propósitos divinos para a humanidade. Por
isso, nesta lição, veremos que muitas promessas de Deus para Israel são
irrevogáveis. Elas foram feitas por Deus a Abraão, a Isaque, a Jacó, a Davi e
confirmadas com o advento do Senhor Jesus Cristo.
PALAVRA-CHAVE
Descendência
I – ISRAEL: A PROMESSA DA
CRIAÇÃO DE UMA GRANDE NAÇÃO
1. “E far-te-ei uma grande nação” (v.2). Essa promessa tinha como objetivo mostrar a Abrão o
propósito de Deus em formar, a partir dele, uma grande nação, diferente de
todas as outras, a nação de Israel (Gn 12.2). Ao longo da história, esse
propósito se cumpriu de maneira evidente e poderosa. Quando Deus disse a Abraão
que ele seria pai de uma grande nação, o patriarca estava com 75 anos, e sua
esposa, Sara, era estéril. Anos depois, Deus renovou a sua promessa de criar
uma grande nação a partir de Abraão (Gn 15.4,5).
2. “E abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e tu serás uma
bênção” (v.2). Deus
desejou promover o nome de Abrão numa dimensão jamais imaginada pelo patriarca.
Entretanto, a promessa não era meramente materialista. A bênção material
deveria carregar um testemunho espiritual: “E tu serás uma bênção” (Gn 12.2). Nenhuma nação teria dúvida de que era Deus que faria
isso com Abrão. Era uma promessa por demais significativa, pois Abrão era filho
de uma família idólatra (Gn 12.1) e Deus o escolheu para ser pai de um povo que
ainda surgiria: o povo de Israel. A história hebreia comprova que o patriarca
Abraão foi, de fato, uma grande bênção para os israelitas.
3. “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te
amaldiçoarem” (v.3). Essa
foi uma promessa dupla: de bênção e de maldição. Na verdade, Abraão seria uma
grande influência para os que se relacionavam com ele. De modo que Deus
abençoaria os que auxiliassem Abraão e castigaria quem o amaldiçoasse. Esse
evento faria de Abrão uma influência mundial que perduraria em sua posteridade.
Além disso, essa promessa é confirmada em Números: “Benditos os que te abençoarem, e malditos
os que te amaldiçoarem” (24.9).
4. “E em ti serão benditas todas as famílias da terra” (v.3). Essa promessa é considerada uma segunda
profecia das Escrituras a respeito do Senhor Jesus (A primeira está registrada
em Gênesis 3.15). Podemos ter essa confirmação por meio da Carta de Paulo aos
Gálatas, em que uma bênção espiritual viria por meio de um descendente de Abraão,
o pai dos israelitas. Essa bênção diz respeito ao advento do Senhor Jesus
Cristo, sua boa notícia oferecida a todas as nações (Gl 3.8,16; cf. Jo 3.16).
SINÓPSE I
A descendência de Abrão seria uma
grande nação, acompanhada de um testemunho espiritual importante.
AUXÍLIO TEOLÓGICO
PROMESSA
“[...] A mensagem central do
Novo Testamento é que as promessas de Deus no Antigo Testamento foram cumpridas
com a vinda de Jesus Cristo. As numerosas fórmulas de citação de Mateus são
evidências desse tema. Em Lucas 4.16-21, Jesus pronuncia o cumprimento da
promessa de Isaías (sobre o ministério do Messias, Is 61.1-3) na sua própria
vida. O livro de Atos declara especificamente que o sofrimento e ressurreição
de Jesus e a vinda do Espírito Santo são o cumprimento das promessas do Antigo
Testamento (ATS 2.29-31; 13.32-34). A identidade de Jesus como descendente de
Davi (ATS 13.23) e como profeta semelhante a Moisés (ATS 3.21-26; cfr. Dt
18.15-18) também é considerada o cumprimento do Antigo Testamento.
A visão de Paulo sobre as
promessas de Deus está resumida nesta declaração: ‘Porque todas quantas promessas há de Deus
são nele sim; e por ele o Amém, para a glória de Deus, por nós” (2 Co 1.20). De acordo com Romanos 1.2, 3,
Paulo considera o evangelho como a mensagem que Deus ‘antes havia prometido
pelos seus profetas nas Santas Escrituras, acerca de seu Filho. Romanos 4
descreve a fé de Abraão em termos da sua confiança nas promessas de Deus, o que
leva à sua justiça. Apresenta-o também como nosso modelo de fé nas promessas de
Deus. A famosa expressão ‘segundo as Escrituras’ em 1 Coríntios 15.3, 4 é, em
certo sentido, entendido por Paulo como o cumprimento das promessas de Deus a
respeito da morte e ressurreição de Cristo” (LONGMAN III, Tremper. Dicionário
Bíblico Baker. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p. 407).
II – OUTRAS PROMESSAS A ISRAEL
1. A promessa de um filho a Abraão. Além das solenes promessas de Deus a
Abraão, o Senhor prometeu-lhe um filho. A promessa pareceu estranha ao
patriarca, pois como vimos anteriormente, ele era avançado em idade, sua esposa
também, além dela ser estéril. O pai da fé argumentou com Deus que
provavelmente seu servo, Eliézer, seria seu herdeiro. No entanto, o Senhor
asseverou-lhe que não. Deus iria cumprir a sua grandiosa promessa na vida de
Abraão (Gn 15.4-6). O filho da promessa, portanto, seria Isaque (Gn 21.1-7).
2. A promessa de um filho a Isaque. Deus não se esquece de suas promessas.
Após a morte de Sara, Abraão casou-se com Quetura. Ele tinha mais de 100 anos e
teve seis filhos com ela (Gn 25.1-5). Antes de morrer, Abraão providenciou uma
esposa para Isaque, por intermédio de Eliézer, seu servo. Este foi à
Mesopotâmia, e lá, por direção de Deus, encontrou uma esposa, Rebeca, para o
filho de seu senhor, e a levou a Isaque, que se casou com ela. No tempo
próprio, ela deu à luz a dois filhos gêmeos: Esaú e Jacó (Gn 25.24-26).
3. A promessa renovada. O Senhor falou com Jacó e reiterou a promessa feita a Abraão, de
que lhe daria aquelas terras (Gn 26.3,4). Isaque foi considerado o herdeiro da
promessa (Hb 11.17-19) e, por isso, antes de morrer concederia bênçãos para
seus filhos. Esaú perdeu seu direito de primogenitura, pois o trocou por um
prato de comida (Gn 27.30-34). Orientado por seu pai, Jacó foi à casa de Labão,
onde se casou com Raquel, que era estéril (Gn 28.1,2; 29.28). Por estratégia de
Labão, Jacó se uniu com Leia e teve seis filhos com ela (Gn 29.21-27). Mais
tarde, Deus abriu a madre de Raquel e esta concebeu dois filhos. Com sua serva,
Bila, Jacó teve dois filhos; com Zilpa, serva de Leia, mais dois filhos;
perfazendo as 12 tribos de Israel (Gn 29.32-35; 30.1-26); e teve mais uma
filha, com Leia, Diná (Gn 30.20-21).
4. Promessa do Reino do Messias. Por intermédio do profeta Isaías, Deus falou que o Messias
nasceria da descendência de Jessé, pai de Davi, para redimir Israel e a
humanidade. Por isso, o Senhor Jesus é chamado de “O Filho de Davi” (Lc 18.37-40), o “Emanuel”: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele
será chamado pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco” (Mt 1.23; cf.
Is 7.14).
SINÓPSE II
As promessas feitas a Abrão culminam
na promessa de que o Messias viria para redimir Israel e a humanidade de seus
pecados.
AUXÍLIO TEOLÓGICO
OS FILHOS DE DEUS PELA FÉ (GL
3.24—4.7).
“[...] Se todos os crentes
estão se tornando semelhantes a Cristo, se todos os crentes professaram a fé e
se uni-ram ao corpo de Cristo, então esta união deixa de lado todas as outras
diferenças superficiais. Embora seja verdade que, no corpo de Cristo, judeus,
gentios, escravos, livres, homens e mulheres ainda conservam as suas
identidades individuais, Paulo exalta a sua unidade — todos vós sois um em
Cristo Jesus. Todos os rótulos tornam-se secundá-rios entre aqueles que têm a
Jesus em comum. [...] Tornar-se filho de Deus (Gl 3.26) e tornar-se um em
Cristo (3.28) significa que aqueles que são de Cristo são descendência de
Abraão. Os judeus acreditavam que eram auto-maticamente o povo de Deus porque
eram descendentes de Abraão. Paulo concluiu que os filhos espirituais de Abraão
não eram os judeus, nem aqueles que tinham sido circuncidados. Os filhos de Abraão
são aqueles que res-pondem a Deus com fé, como Abraão tinha feito. A única
diferença é que a nossa resposta deve ser a Cristo, como Salvador. Como nós
respondemos positivamente, nós somos herdeiros. Em outras palavras, todas as
promessas que Deus fez a Abraão pertencem a nós. Respondendo a Cristo com fé,
nós seguimos o antigo caminho de Abraão, um dos primeiros justificados pela fé.
Ele confiou em Deus, e nós também. Mas a nós foi acrescentada a oportuni-dade
de valorizar o preço que Cristo teve que pagar para assegurar a nossa
participação na promessa” (Comentário do Novo Testamento — Aplicação Pessoal.
Vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 282, 283).
III – A PROMESSA DE SALVAÇÃO
PARA ISRAEL
1. A queda de Israel. O Novo Testamento mostra claramente a queda de Israel. A nação
não conseguiu exercer o papel de nação sacerdotal no meio de outras nações (Lc
21.24). Por isso, os capítulos 9–11 da Epístola de Paulo aos Romanos trata de
algumas questões que muitos cristãos dos dias atuais se fazem hoje: Como as
promessas de Deus para Israel podem permanecer válidas hoje? Elas foram
revogadas? De fato, Israel permanece em rebelião contra Deus porque a nação não
reconheceu o Senhor Jesus como o seu Messias verdadeiro (Rm 9.30-31;
11.11-15).
2. A tristeza de Paulo por Israel. O capítulo 9 de Romanos revela a demasiada tristeza do
apóstolo pelos judeus que não conhecem a Cristo (1 Co 9.22). Sim, os judeus que
não conhecem a Cristo estão em uma situação muito difícil, pois o Senhor Jesus
descende diretamente deles, segundo a carne (Rm 9.5). Esse sentimento de
tristeza e, ao mesmo tempo, uma atitude piedosa de sofrer pela salvação dos
judeus, deve ser um compromisso permanente de cada cristão para a evangelização
dos judeus (Mt 23.32).
3. Promessa de salvação a Israel. “Quando orava por Israel, o apóstolo expressava o
seguinte: “dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei,
e o culto, e as promessas; dos quais são os pais, e dos quais é Cristo, segundo
a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém!” (Rm 9.3-5).
Essas qualificações mostram que Deus cumpre a sua palavra, prometida àqueles
homens que o buscam em sinceridade. Por isso, a Bíblia assegura que Israel será
salvo, ainda que não totalmente. A Bíblia diz que esse povo será chamado de
“filhos do Deus vivo” (Rm 9.26); que “o remanescente fiel de Israel” será salvo
(Rm 9.27). O Libertador que virá de Sião fará isso (Rm 11.26).
SINÓPSE III
A Bíblia assegura que o
remanescente fiel de Israel será salvo pelo Libertador que virá de Sião.
CONCLUSÃO
As promessas de Deus para Israel
não podem falhar. O que Deus prometeu a Abrão, a Isaque e a Jacó se cumpriu em
parte; e terá seu cumprimento pleno nos tempos futuros, quando o Senhor Jesus
voltar em Glória e implantar o seu glorioso Reino do Milênio. Lembremos da
Palavra de compromisso do Senhor: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e
ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem
impedirá?” (Is 43.13).
REVISANDO O CONTEÚDO
1. Quantos anos Abrão tinha
quando Deus disse que ele seria uma grande nação?
Quando Deus disse a Abraão que
ele seria pai de uma grande nação, o patriarca estava com 75 anos.
2. Que promessas Deus fez a
Abraão acerca de outros povos?
A bênção material deveria
carregar um testemunho espiritual: “E tu serás uma bênção” (Gn 12.2). Nenhuma
nação teria dúvida de que era Deus que faria isso com Abrão.
3. Qual foi a promessa que o
Senhor reiterou a Jacó?
A história hebreia comprova que o
patriarca Abraão foi, de fato, uma grande bênção para os israelitas.
4. Por que Esaú perdeu o
direito de primogenitura?
Esaú perdeu seu direito de
primogenitura, pois o trocou por um prato de comida (Gn 27.30-34).
5. O que Romanos 9 demonstra?
O capítulo 9 de Romanos revela a
demasiada tristeza do apóstolo Paulo pelos judeus que não conhecem a Cristo (1
Co 9.22).

Comentários
Postar um comentário